
Estamos divulgando o texto de Melissa Osterlund do Portal Artístas Gaúchos( www.artistasgauchos.com.br).
"Pequenos Contos" .
"Teatro de bonecos: A voz como principal arma. Personagem em três gerações encanta público. Embora muitos ainda pensem ser coisa de criança, o teatro de bonecos sempre encanta a quem assiste. E “Pequenos Contos”, com bonecos manipulados por Edu do Nascimento e Luiz Fernando Moojen, não foge dessa linha: a dupla, que capricha na fala dos personagens, utilizando um tom de voz divertido e “de desenho animado” – já que é preciso dar vida a eles – apresenta esquetes sobre os casos mais simples do cotidiano, sempre com mensagens de reflexão ao final. Um dos esquetes é baseado no Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry: o caso do pai que nunca dispunha de tempo para brincar com o filho, visto que sempre tinha “trabalho, trabalho, trabalho” – como dubla, graciosamente, o ator que interpreta o pai – mostra-nos a ganância à qual, muitas vezes, está submetida a humanidade. Enquanto a figura do pai representa o vício de ganhar mais e mais dinheiro, a do filho apresenta-nos a pureza da criança que (ainda) desconhece os ditos “prazeres mundanos”, seguindo apenas o curso natural da infância: o lazer. Como mensagem final, temos a repetição da história com o filho já na fase adulta, que, talvez sem notar, seguiu o exemplo dado pelo pai. Em um segundo momento, pai e filho percebem que perderam muito tempo de suas vidas com algo que não traz felicidade (o dinheiro), enquanto podiam ter se divertido juntos e passam a dar a devida atenção ao neto – promessa da próxima geração. Com bonecos de semblantes divertidos e dublagem incrivelmente caprichada, Nascimento e Moojen conseguem, com contos como esse do “Trabalho, trabalho, trabalho”, seguir sustentando o encanto do teatro de bonecos com maestria. Outros contos, como o da cobra dançarina e o do ladrão de lenhas, impressionam inclusive pela construção dos bonecos, sempre muito expressivos e com “olhar” tão marcante quanto o de um ser humano. Com humor simples e agradável, os bonequeiros se utilizam, também, de efeitos sonoros, onomatopéias, além de simpáticos improvisos e de jogo de luz e de fumaça, fator que cria uma atmosfera bastante real no ambiente. A apresentação encerra-se com o esquete de um boneco de manipulação direta para balcão, representando a figura do gaúcho, em forma de musical. “Pequenos contos” já completou um ano de apresentações e foi criado pelos próprios intérpretes, Edu do Nascimento e Luiz Fernando Moojen. Eles já percorreram grande parte do país e estiveram com o espetáculo em festival da Espanha".Comente este texto.
Encenação: Grupo Inclusive Arte.
Criação: Luiz Fernando Moojen e Edu do Nascimento.
Direção: Edu do Nascimento.
Produção executiva do espetáculo: Moojen Produção e Arte LTDA.
Site: www.moojenteatroempresa.com
Contatos para escolas/ agendamentos: (51) 92072552 - Luiz Moojen.
E-mail: lcmoojen@uol.com.br / edudonascimento@bol.com.br
"Teatro de bonecos: A voz como principal arma. Personagem em três gerações encanta público. Embora muitos ainda pensem ser coisa de criança, o teatro de bonecos sempre encanta a quem assiste. E “Pequenos Contos”, com bonecos manipulados por Edu do Nascimento e Luiz Fernando Moojen, não foge dessa linha: a dupla, que capricha na fala dos personagens, utilizando um tom de voz divertido e “de desenho animado” – já que é preciso dar vida a eles – apresenta esquetes sobre os casos mais simples do cotidiano, sempre com mensagens de reflexão ao final. Um dos esquetes é baseado no Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry: o caso do pai que nunca dispunha de tempo para brincar com o filho, visto que sempre tinha “trabalho, trabalho, trabalho” – como dubla, graciosamente, o ator que interpreta o pai – mostra-nos a ganância à qual, muitas vezes, está submetida a humanidade. Enquanto a figura do pai representa o vício de ganhar mais e mais dinheiro, a do filho apresenta-nos a pureza da criança que (ainda) desconhece os ditos “prazeres mundanos”, seguindo apenas o curso natural da infância: o lazer. Como mensagem final, temos a repetição da história com o filho já na fase adulta, que, talvez sem notar, seguiu o exemplo dado pelo pai. Em um segundo momento, pai e filho percebem que perderam muito tempo de suas vidas com algo que não traz felicidade (o dinheiro), enquanto podiam ter se divertido juntos e passam a dar a devida atenção ao neto – promessa da próxima geração. Com bonecos de semblantes divertidos e dublagem incrivelmente caprichada, Nascimento e Moojen conseguem, com contos como esse do “Trabalho, trabalho, trabalho”, seguir sustentando o encanto do teatro de bonecos com maestria. Outros contos, como o da cobra dançarina e o do ladrão de lenhas, impressionam inclusive pela construção dos bonecos, sempre muito expressivos e com “olhar” tão marcante quanto o de um ser humano. Com humor simples e agradável, os bonequeiros se utilizam, também, de efeitos sonoros, onomatopéias, além de simpáticos improvisos e de jogo de luz e de fumaça, fator que cria uma atmosfera bastante real no ambiente. A apresentação encerra-se com o esquete de um boneco de manipulação direta para balcão, representando a figura do gaúcho, em forma de musical. “Pequenos contos” já completou um ano de apresentações e foi criado pelos próprios intérpretes, Edu do Nascimento e Luiz Fernando Moojen. Eles já percorreram grande parte do país e estiveram com o espetáculo em festival da Espanha".Comente este texto.
Encenação: Grupo Inclusive Arte.
Criação: Luiz Fernando Moojen e Edu do Nascimento.
Direção: Edu do Nascimento.
Produção executiva do espetáculo: Moojen Produção e Arte LTDA.
Site: www.moojenteatroempresa.com
Contatos para escolas/ agendamentos: (51) 92072552 - Luiz Moojen.
E-mail: lcmoojen@uol.com.br / edudonascimento@bol.com.br
Porto Alegre - RS/ Brasil.
Um comentário:
Teatro de bonecos: a voz como principal arma:
"Melissa Osterlund"
Personagem em três gerações encanta público
Embora muitos ainda pensem ser coisa de criança, o teatro de bonecos sempre encanta a quem assiste. E “Pequenos Contos”, com bonecos manipulados por Edu do Nascimento e Luiz Fernando Moojen, não foge dessa linha: a dupla, que capricha na fala dos personagens, utilizando um tom de voz divertido e “de desenho animado” – já que é preciso dar vida a eles – apresenta esquetes sobre os casos mais simples do cotidiano, sempre com mensagens de reflexão ao final.
Um dos esquetes é baseado no Pequeno Príncipe, de Saint-Exupéry: o caso do pai que nunca dispunha de tempo para brincar com o filho, visto que sempre tinha “trabalho, trabalho, trabalho” – como dubla, graciosamente, o ator que interpreta o pai – mostra-nos a ganância à qual, muitas vezes, está submetida a humanidade. Enquanto a figura do pai representa o vício de ganhar mais e mais dinheiro, a do filho apresenta-nos a pureza da criança que (ainda) desconhece os ditos “prazeres mundanos”, seguindo apenas o curso natural da infância: o lazer.
Como mensagem final, temos a repetição da história com o filho já na fase adulta, que, talvez sem notar, seguiu o exemplo dado pelo pai. Em um segundo momento, pai e filho percebem que perderam muito tempo de suas vidas com algo que não traz felicidade (o dinheiro), enquanto podiam ter se divertido juntos e passam a dar a devida atenção ao neto – promessa da próxima geração. Com bonecos de semblantes divertidos e dublagem incrivelmente caprichada, Nascimento e Moojen conseguem, com contos como esse do “Trabalho, trabalho, trabalho”, seguir sustentando o encanto do teatro de bonecos com maestria.
Outros contos, como o da cobra dançarina e o do ladrão de lenhas, impressionam inclusive pela construção dos bonecos, sempre muito expressivos e com “olhar” tão marcante quanto o de um ser humano. Com humor simples e agradável, os bonequeiros se utilizam, também, de efeitos sonoros, onomatopéias, além de simpáticos improvisos e de jogo de luz e de fumaça, fator que cria uma atmosfera bastante real no ambiente. A apresentação encerra-se com o esquete de um boneco de manipulação direta para balcão, representando a figura do gaúcho, em forma de musical.
“Pequenos contos” já completou um ano de apresentações e foi criado pelos próprios intérpretes, Edu do Nascimento e Luiz Fernando Moojen. Eles já percorreram grande parte do país e estiveram com o espetáculo em festival da Espanha.
Comente este texto
Postar um comentário